RED — Reorganização Estrutural do Desenvolvimento
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RED — Reorganização Estrutural do Desenvolvimento

Uma teoria sobre desenvolvimento como reorganização estrutural, e não apenas como aquisição de repertório.
A RED — Reorganização Estrutural do Desenvolvimento é uma teoria desenvolvida por Fabiano Abreu e constitui a principal base teórica do Continuum Fast System.

Sua proposição central parte de uma distinção simples, mas com consequências importantes para a compreensão do desenvolvimento:

adquirir conhecimento, competências, técnicas ou novos comportamentos não significa necessariamente reorganizar a estrutura a partir da qual esses recursos são interpretados, decididos e utilizados.

Uma pessoa pode aprender mais e continuar decidindo da mesma forma.

Pode desenvolver uma competência e utilizá-la apenas em determinadas condições.

Pode compreender intelectualmente o que deveria fazer e ainda assim repetir padrões anteriores quando submetida a pressão, conflito ou mudança de contexto.

A RED procura compreender justamente essa diferença entre aquisição de repertório e reorganização da estrutura que orienta sua utilização.

Neste artigo

Parte 1

Fundamentos da RED

O que é a RED?

RED significa Reorganização Estrutural do Desenvolvimento.
Trata-se de uma teoria que propõe observar o desenvolvimento não apenas pelo que uma pessoa acrescenta ao próprio repertório, mas também pela forma como diferentes processos se encontram organizados e relacionados.
Sob essa perspectiva, desenvolvimento não corresponde exclusivamente a aprender mais, ampliar competências ou modificar comportamentos observáveis.
Ele também deve envolver alterações na estrutura que sustenta e orienta as relações entre interpretação, percepção de si e das situações, critérios de decisão, mobilização de capacidades, resposta ao contexto e ação.
O ponto central não é negar a importância de conhecimento, treinamento ou repertório.
É reconhecer que recursos novos podem ser incorporados sem que a organização responsável por utilizá-los tenha se modificado de maneira equivalente.

Qual problema a RED procura compreender?

Grande parte das iniciativas de desenvolvimento atua por adição.
São acrescentados:
  • conhecimentos;
  • técnicas;
  • competências;
  • modelos;
  • estratégias;
  • instrumentos;
  • repertórios comportamentais.
Essas aquisições podem ser úteis e produzir resultados reais.
O problema surge quando se pressupõe que adicionar recursos equivale automaticamente a transformar a organização que os utiliza.
Na prática, podem ocorrer situações como:
  • alguém participa de diversos treinamentos de liderança, mas volta a decisões anteriores diante de pressão;
  • uma pessoa compreende racionalmente determinado problema, mas continua reproduzindo o mesmo padrão;
  • uma equipe aprende novas formas de trabalho, mas retorna rapidamente à dinâmica anterior;
  • determinado comportamento aparece durante um programa de desenvolvimento, mas não se mantém quando o contexto muda;
  • indivíduos com formação e competências semelhantes utilizam seus recursos de maneiras muito diferentes.
Essas situações podem possuir muitas causas e não constituem, isoladamente, evidência de reorganização ou ausência dela.
A contribuição da RED é acrescentar uma pergunta:
o que precisa mudar é apenas o repertório disponível ou também a organização estrutural a partir da qual esse repertório é interpretado e mobilizado?

O que significa “estrutura” na RED?

Na RED, estrutura não deve ser entendida como uma peça fixa, uma localização cerebral específica ou uma característica imutável da personalidade.
O termo é utilizado para representar uma organização relacional.
Isso significa que o foco não está apenas nos elementos presentes, mas principalmente em como eles se relacionam e influenciam a interpretação, a decisão e a ação.
Duas pessoas podem possuir recursos semelhantes e, ainda assim, utilizá-los de maneiras diferentes porque esses recursos participam de organizações estruturais diferentes.
Da mesma forma, uma pessoa pode conservar grande parte do próprio repertório e modificar significativamente a forma como esse repertório é utilizado caso ocorram mudanças relevantes nas relações que orientam sua interpretação e suas decisões.
Por isso, a RED não reduz desenvolvimento à quantidade de recursos acumulados.
A questão central passa a ser também como esses recursos estão organizados.

Aquisição de repertório e reorganização estrutural são processos diferentes

É importante distinguir duas mudanças que podem ocorrer simultaneamente, mas não são equivalentes.

Aquisição de repertório

Aquisição ocorre quando novos recursos passam a integrar o repertório disponível.
Pode envolver:
  • conhecimento;
  • habilidade;
  • técnica;
  • informação;
  • estratégia;
  • modelo de comportamento.

Reorganização Estrutural

Reorganização Estrutural envolve uma mudança na maneira como elementos já existentes e recém-adquiridos passam a se relacionar e a influenciar a reorganização da estrutura que orienta interpretação, decisão e ação.
A diferença pode ser sintetizada assim:
aquisição de repertório amplia o que está disponível; reorganização estrutural pode modificar a forma como os recursos disponíveis são interpretados e utilizados.
Uma não exclui a outra.
A RED não propõe substituir aprendizagem ou desenvolvimento de competências por reorganização estrutural.
A proposição é que, em determinadas situações, aquisição de repertório isolada pode não ser suficiente para explicar ou sustentar determinadas mudanças.

Parte 2

Estrutura e desenvolvimento

A matriz identidade, cognição e decisão

Na formulação conceitual da RED, três dimensões assumem papel especialmente importante na organização do desenvolvimento:
identidade → cognição → decisão
Essa relação não significa que todos os processos humanos possam ser reduzidos a três elementos.
Ela funciona como uma matriz organizadora inicial para compreender como referências sobre si, formas de interpretar e critérios de decisão podem se relacionar.

Identidade

A identidade participa das referências utilizadas pelo indivíduo para compreender quem é, quais posições assume e quais possibilidades reconhece como compatíveis consigo.

Cognição

A cognição participa da interpretação de informações, análise de contexto, relações, problemas, alternativas e consequências.

Decisão

A decisão representa um ponto de manifestação em que diferentes referências, interpretações, condições e critérios se traduzem em escolha ou direção de ação.
Na RED, essas dimensões não devem ser compreendidas como compartimentos isolados.
O interesse está justamente na relação entre elas.
Uma alteração em apenas um componente pode não produzir o mesmo efeito que uma mudança na estrutura que articula os diferentes componentes.

A progressão funcional proposta pela RED

Uma das formulações centrais da RED apresenta a seguinte progressão:
elevação de consciência → superação de limitações → ampliação de capacidade → expansão de repertório
Essa sequência funcional pode participar de processos recorrentes e não lineares e deve ser compreendida como hipótese estrutural da teoria, e não como uma lei universal ou uma sequência obrigatória para todo processo humano.
Sua lógica parte da ideia de que determinadas mudanças podem se tornar mais consistentes quando a expansão de repertório é precedida por alterações na forma como a pessoa percebe e organiza limitações relevantes.

1. Elevação de consciência

O primeiro movimento corresponde à ampliação da percepção sobre padrões, critérios, limitações e relações que anteriormente poderiam operar de maneira pouco explícita.
Não significa “consciência plena” nem ausência de processos automáticos.
Refere-se ao aumento da possibilidade de perceber elementos relevantes da própria organização.

2. Superação de limitações

Quando determinada limitação se torna reconhecível, pode existir maior possibilidade de trabalhar sobre ela.
A RED não pressupõe que toda limitação possa ser eliminada.
O ponto é que determinados limites deixam de operar exclusivamente de maneira implícita e passam a integrar o campo de interpretação e intervenção.

3. Ampliação de capacidade

A reorganização de limitações relevantes pode criar condições para que capacidades existentes sejam utilizadas de outra maneira ou para que novas capacidades sejam desenvolvidas.

4. Expansão de repertório

O repertório passa então a ser ampliado sobre uma organização estrutural potencialmente diferente daquela que existia anteriormente.
Esse raciocínio inverte a lógica de processos que começam exclusivamente pela pergunta:
“Que nova habilidade precisa ser adicionada?”
E acrescenta perguntas como:
“O que atualmente limita a utilização dessa habilidade?”
E:
“Como está organizada a estrutura a partir da qual ela será utilizada?”

A RED propõe um desenvolvimento linear?

Não.
Embora algumas formulações possam ser representadas em sequência para facilitar sua compreensão, a RED não deve ser interpretada como um modelo rígido de estágios lineares.
Processos humanos envolvem:
  • recorrência;
  • influência contextual;
  • avanços e retrocessos;
  • aprendizagem;
  • mudanças nas condições externas;
  • reorganizações parciais;
  • diferentes ritmos de desenvolvimento.
O próprio desenvolvimento teórico relacionado à RED considera processos de reorganização como dinâmicos e potencialmente não lineares.
Por isso, uma sequência conceitual serve para organizar relações funcionais, não para afirmar que todas as pessoas necessariamente percorrem as mesmas etapas da mesma maneira.

O papel da decisão

A decisão ocupa posição relevante na RED porque permite observar como diferentes processos se manifestam diante de uma necessidade concreta de escolha ou direcionamento.
Uma pessoa pode declarar determinados valores, conhecer uma estratégia e possuir capacidade técnica para executá-la.
Ainda assim, suas decisões podem revelar diferenças entre:
  • aquilo que afirma;
  • aquilo que interpreta;
  • aquilo que prioriza;
  • aquilo que consegue mobilizar;
  • aquilo que efetivamente faz.
Por essa razão, a RED utiliza a coerência decisória como um importante objeto de análise.
Coerência não significa decidir sempre da mesma maneira.
Também não significa ausência de adaptação.
Uma decisão pode mudar quando contexto, informação ou prioridade mudam.
A questão é compreender se existe uma relação funcional suficientemente consistente entre referências assumidas, interpretação das circunstâncias e ação produzida.

Por que saber o que fazer nem sempre é suficiente?

Uma das situações que ajudam a compreender a RED é a diferença entre conhecimento declarativo e manifestação funcional.
Uma pessoa pode saber:
  • que deveria delegar;
  • que precisa estabelecer prioridades;
  • que determinado comportamento prejudica sua equipe;
  • que precisa modificar uma rotina; que uma decisão anterior não produziu bons resultados.
Esse conhecimento pode ser verdadeiro e relevante.
Entretanto, saber não determina automaticamente como a pessoa responderá quando outras forças estiverem presentes.
Pressão, hábito, interpretação, expectativas, identidade, contexto, experiência anterior e outros fatores podem participar da situação.
A RED chama atenção para o fato de que um novo conteúdo pode entrar no repertório sem alterar suficientemente a estrutura que determina sua utilização.
É por isso que compreender algo pode ser necessário e ainda assim não ser suficiente para produzir determinada mudança.

Parte 3

A RED no Continuum Fast System

RED e Liderança Estrutural

A Liderança Estrutural é um dos desenvolvimentos diretamente relacionados à formalização da RED.
Sua origem está na observação de que liderança pode ser analisada não apenas por comportamentos, estilos ou competências, mas também pela estrutura que sustenta decisões.
Assim, o foco deixa de ser exclusivamente:
“Como esse líder se comporta?”
e passa a incluir:
“A partir de que organização estrutural esse líder interpreta e decide?”
Na formulação da Liderança Estrutural, coerência entre referências identitárias, critérios cognitivos e decisão assume papel central.
Isso não invalida abordagens baseadas em competências, comportamento ou contexto.
A proposta é acrescentar um nível de análise estrutural ao problema.

RED e Círculo Delficus

O Círculo Delficus constitui um desenvolvimento conceitual relacionado à perspectiva estrutural da RED.
Sua função é oferecer uma leitura integrada da organização humana, evitando reduzir uma pessoa a uma característica, classificação ou dimensão isolada.
A RED fornece o fundamento teórico mais amplo sobre reorganização estrutural.
O Círculo Delficus organiza uma perspectiva específica de leitura dessa estrutura.
Por isso, ambos se relacionam, mas não são equivalentes.

RED e DMC — Dinâmica da Manifestação Comportamental

A DMC — Dinâmica da Manifestação Comportamental parte da compreensão de que comportamento não deve ser interpretado automaticamente como expressão fixa de uma característica interna.
Uma manifestação comportamental pode resultar da relação entre:
  • estrutura;
  • disposições;
  • contexto;
  • condições presentes.
Essa perspectiva é compatível com a RED porque desloca a interpretação do comportamento isolado para a organização de relações que participa de sua manifestação.

RED e Inteligência Definida

A Inteligência Definida investiga a relação funcional entre processos cognitivos, socioemocionais e contexto.
A conexão com a RED aparece justamente na importância atribuída à configuração funcional, em vez da interpretação exclusivamente estática de capacidades.
Ter determinado recurso cognitivo não significa necessariamente utilizá-lo da mesma forma em todos os contextos.
Essa diferença entre recurso disponível e manifestação funcional se aproxima diretamente de problemas analisados pela RED.

RED e Consciência Simulada

A Consciência Simulada é um conceito desenvolvido durante a evolução da RED.
Ele procura compreender situações em que uma pessoa pode apresentar linguagem, explicações, posicionamento ou comportamentos compatíveis com determinada compreensão sem que isso represente necessariamente uma reorganização equivalente da estrutura que sustenta suas respostas.
Um exemplo simples seria alguém dominar o discurso sobre determinada competência e reproduzir comportamentos esperados em contextos controlados, podendo retornar à funcionalidade anterior em condições adversas quando a reorganização estrutural necessária para sustentar aquela manifestação não tiver ocorrido.
O conceito não permite concluir automaticamente que determinado comportamento é “simulado”, mas propõe investigar situações em que a pessoa pode acreditar compreender ou dominar determinada condição sem que exista reorganização estrutural equivalente.
Sua função é oferecer uma hipótese interpretativa para investigar a diferença entre manifestação observável e transformação estrutural.

RED e Metodologia FAST

Embora seja baseada na Reorganização Estrutural do Desenvolvimento, a Metodologia FAST foi apresentada antes da formalização explícita da RED.
Entretanto, sua fundamentação atual está totalmente integrada à teoria.
Isso significa que anterioridade histórica não equivale a independência conceitual.
Na arquitetura vigente do Continuum Fast System, a Metodologia FAST utiliza a RED como base para compreender por que direção, ação, solução e transformação não devem ser tratadas apenas como execução mecânica de tarefas.
A relação com a RED permite considerar também a estrutura que sustenta objetivos, prioridades e ação.

Parte 4

Natureza, limites e evolução da RED

A RED é uma metodologia?

Não.
A RED é uma teoria.
Essa distinção é importante.
Uma teoria procura organizar explicações e relações.
Uma metodologia organiza formas de condução.
A RED procura oferecer uma perspectiva explicativa sobre desenvolvimento e reorganização estrutural.
A Metodologia FAST, por exemplo, ocupa outra função dentro do Continuum Fast System.
Da mesma forma, ferramentas como IDelficus, CrossID, QeID, FAST RAID e Neuraplic não são a RED.
Elas são geridas pelo IDenthyco, que representa a camada operacional do ecossistema do Continuum, onde cada ferramenta possui função única e específica e, em casos específicos, complementar.

A RED é um modelo psicológico ou clínico?

Não.
A RED não foi desenvolvida como:
  • diagnóstico psicológico;
  • sistema clínico;
  • instrumento psiquiátrico;
  • teste de personalidade;
  • substituto de avaliação profissional especializada.
Ela constitui uma teoria autoral de desenvolvimento utilizada dentro da arquitetura intelectual do Continuum Fast System.
A RED articula conhecimentos provenientes da psicologia, neurociência, ciência cognitiva e ciências do comportamento para fundamentar a análise contextual dos processos de desenvolvimento humano. Essas referências contribuem para a compreensão das relações entre identidade, cognição, decisão e manifestação comportamental, preservando a especificidade das formulações desenvolvidas pela teoria..

Qual é o lugar da RED no Continuum Fast System?

A RED é a teoria principal do Continuum Fast System.
O Continuum, porém, não é a RED.
O Continuum Fast System é a arquitetura maior.
Dentro dessa arquitetura encontram-se diferentes naturezas de conhecimento e aplicação:

Teoria principal

  • RED — Reorganização Estrutural do Desenvolvimento

Conceitos

  • Círculo Delficus
  • DMC — Dinâmica da Manifestação Comportamental
  • Inteligência Definida
  • Liderança Estrutural
  • Consciência Simulada

Metodologia

  • Metodologia FAST

Técnica

  • Continuum Flow

Sistema de operacionalização

  • IDenthyco

Ferramentas

  • IDelficus
  • CrossID
  • QeID
  • FAST RAID
  • Neuraplic
A função dessa arquitetura é permitir integração sem transformar elementos diferentes em uma única coisa.

Como a RED surgiu e evoluiu?

A RED foi formalizada progressivamente a partir de investigações sobre desenvolvimento, cognição, liderança, decisão e reorganização estrutural.
Dois whitepapers, publicados em repositório acadêmico, possuem papel especialmente importante nessa formação.

Reorganização Estrutural do Desenvolvimento

O whitepaper fundacional formaliza a RED, sua concepção de estrutura e desenvolvimento, a matriz organizadora baseada em identidade, cognição e decisão, a progressão funcional proposta e fundamentos da Liderança Estrutural.

Framework da Reestruturação Cognitiva

O Framework desenvolve aspectos relacionados à reorganização da cognição, consciência, percepção e progressão cognitiva.
Grande parte de suas formulações contribuiu para o desenvolvimento posterior da arquitetura do Continuum Fast System e de conceitos associados à RED.
Os dois documentos representam etapas iniciais da formação da teoria e devem ser interpretados dentro de seu contexto de desenvolvimento.

O que a RED não pretende afirmar

Para compreender corretamente a teoria, também é necessário delimitar o que ela não propõe.
A RED não afirma que:
  • todo problema humano decorre de estrutura frágil ou inadequada;
  • toda mudança exige reorganização estrutural;
  • aprendizagem e treinamento sejam dispensáveis;
  • comportamento observado revele diretamente uma estrutura interna;
  • uma única sequência explique todos os processos de desenvolvimento;
  • identidade, cognição e decisão expliquem integralmente a experiência humana;
Seu objetivo é mais delimitado:
oferecer uma perspectiva para investigar situações em que a organização das relações entre diferentes processos pode ser tão relevante quanto os recursos individualmente disponíveis.

RED em síntese

O que significa RED?

Reorganização Estrutural do Desenvolvimento.

O que é a RED?

Uma teoria autoral sobre desenvolvimento que considera não apenas a aquisição de repertório, mas principalmente a reorganização da estrutura que orienta sua utilização.

Qual é sua proposição central?

Adquirir conhecimento, competências ou repertório não significa necessariamente reorganizar a estrutura que orienta interpretação, decisão e ação.

O que significa estrutura?

Uma organização relacional entre diferentes elementos e processos, e não uma característica isolada ou necessariamente fixa.

Qual é a matriz organizadora inicial da RED?

Identidade, cognição e decisão.

Qual progressão funcional a teoria propõe?

Elevação de consciência → superação de limitações → ampliação de capacidade → expansão de repertório.
Essa sequência funcional pode participar de processos recorrentes e não lineares e constitui uma hipótese estrutural, não uma lei universal.

A RED é uma metodologia?

Não. É uma teoria. A Metodologia FAST ocupa a função metodológica dentro do Continuum Fast System.

Qual é a relação entre RED e Continuum Fast System?

A RED é a teoria principal; o Continuum Fast System é a arquitetura maior que organiza teoria, conceitos, metodologia, técnica, sistema e ferramentas.

Para continuar

Para uma apresentação institucional e sintética da teoria:
Para compreender a arquitetura na qual a teoria está inserida:
Arquitetura do Continuum Fast System.
Para consultar as publicações que participam da formação da teoria:
Publicações